segunda-feira, 24 de outubro de 2016

A célula cancerígena não é poderosa e mortal

AO CONTRÁRIO do que muita GENTE AJUÍZA, DIVULGA e DEFENDE a CÉLULA CANCERÍGENA não é PODEROSA e MORTAL...

Prosseguindo, como sempre faço, no cultivo contínuo de alertas e aclarações sobre os mais diversos temas de saúde, numa perspectiva Naturista, Homeopática, Homotoxicológica e Ortomolecular por via dos meus trinta e oito anos de experiência técnica e profissional, quero aqui relembrar os leitores mais assíduo e atentos que, com o aumento da capacidade imunológica, aliás, diversas vezes defendida e esclarecida em muitos textos transactos, o cancro não pode evoluir. É deveras sabido pela maioria das populações que o sistema imunológico protege o nosso organismo, eliminando as anomalias e governando o potencial inato da regeneração e cura. Por isso, se fizermos com que o sistema imunológico cumpra o seu papel, por certo cumprirá lutando contra todas as adversidades celulares, incluindo o próprio cancro. Portanto, advirto que todas as pessoas que tenham hábitos excessivos, intoxicantes e doentios devem começar a mudá-los. Assim, as pessoas que trabalham excessivamente, deverão reduzir um pouco as suas horas de produção, e aquelas que tenham preocupações em demasia, deverão começar a aprender como relaxar e a respirar melhor. Tudo o que acabei de referir atrás, são instrumentos importantes para uma verdadeira cura do cancro!

É sabido que, em geral, as pessoas pensam que o carcinoma é formado por células extremamente poderosas que não desaparecem com facilidade. O próprio sistema convencional de saúde (oncologia) consegue equivocadamente convencer as pessoas acometidas por essa enfermidade disso mesmo. Pois bem, isso não corresponde à verdade. De facto, se levarmos uma vida regrada que favoreça o nosso organismo a aumentar a quantidade de linfócitos, dificilmente teremos cancro. É sabido, através de múltiplos estudos conduzidos desde há anos, que diariamente são geradas quase uma milhão de células no nosso organismo. Interessantemente, o motivo pelo qual essas células não chegam a produzir um tumor maligno é atribuído ao trabalho dos linfócitos. Neste contexto, e para quem ainda não sabe, refiro que o nosso corpo possui mais ou menos sessenta triliões de células. Pois bem, essa pequena quantidade proporcional de células cancerígenas, que juntas chegariam ao tamanho de um grão de gergelim, surgem e são rapidamente eliminadas todos os dias pelo nosso sistema imunológico. Por conseguinte, e tal como atrás foi referido, se os nossos linfócitos trabalharem ativamente, de forma ordenada e em número suficiente, as células defeituosas não irão ser nunca um cancro!

Em suma, os pacientes de cancro, normalmente, estão num estado de imunossupressão, ou seja, com uma contagem relativa de linfócitos inferior a 30%, pelo que através da mudança de hábitos alimentares, de um tratamento alternativo, não-agressivo, natural e ortomolecular podemos observar que o cancro dos nossos pacientes começa a involuir quando a contagem de linfócitos supera os 30%. Logo, tal como sempre afirmei, afirmo e afirmarei, aumentar a quantidade linfócitos acima da percentagem atrás aludida é muito importante. Acabo por dizer uma vez mais: rever o estilo de vida de cada indivíduo para aumentar os linfócitos tornar-se-á a premissa básica para a tão esperada cura do cancro neste mundo de falsas promessas e de comercialização do sofrimento de quem não sabe melhor!


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